Hoje, segundo a rádio comercial, é dia do "Filho do Meio"

Enquanto filha/irmã do meio, aqui deixo o meu testemunho de como é viver entalada entre a mais velha e a mais nova....!

A Psicologia – (curiosidade: está provado que os irmãos do meio têm tendência a escolherem profissões relacionadas com as ciências sociais e humanas – eu escolhi!) – diz-nos que os irmãos do meio desenvolvem a conceção de que têm de ser diferentes dos irmãos para terem o seu valor e sucesso, dando origem a crianças “muito sociáveis”, “tímidas” ou tão-somente “rebeldes” (sou um misto de sociabilidade, timidez e rebeldia, mas confesso que sempre adorei ser do contra!). Por norma desenvolvem uma enorme empatia com os mais desfavorecidos, identificando-se com eles (compreensível: é resultado do sentimento de rejeição vivido no seio do trio!!); podem ser bons promotores da paz e os outros procuram-nos pela simpatia e compreensão (é por isso que muitas vezes pergunto: “Será que tenho escrito na testa: desabafem comigo?”).
Se é bom ser irmão do meio? É uma experiência traumática!!! Não beneficia dos seguintes estatutos: “é o primogénito” ou “é o caçulinha da família”; “os filhos mais velhos, dizem os estudos, são os mais inteligentes”; “os filhos mais novos, dizem os estudos, são os mais bonitos”…..bla,bla,bla….
No entanto, acredito na velha máxima: “no meio é que está a virtude”!!

Beijinho enorme para as melhores irmãs do mundo… as minhas!