Unintented





"Aqui e ali" oiço a frase: "Se se pudesse escolher, mas não se escolhe quem se ama".... E porque se haveria de escolher?
Afinal, em todas as nossas escolhas existe sempre um potencial de engano, de erro. Porque haveria de ser diferente na escolha do amor?
Deixemo-nos de "coisas" (!!). O erro faz parte. Passamos a vida a dizer que errar é aprender, mas no amor deveríamos acertar à primeira... e porquê?!

"Para as mães eles serão sempre crianças"

Lindo! Mais um tributo, da P&G, a todas as mães...
Simples e com uma elevada carga emocional... 

You Know I'm No Good ♥


Ontem foi dia de rever, na RTP2, "Quando Amy Veio a Dingle"
Este é um filme sobre Amy Winehouse, não é um filme triste e lamechas sobre a tragédia que aconteceu, é um filme sobre a Amy que conhecíamos. Era inteligente, atrevida, generosa, era hilariante e todos conhecemos a sua voz, é um filme sobre essa Amy. Essa Amy de quem eu era (sou) fã.

***

Mas... já agora, quando falo sobre a sua morte prematura, faço sempre dois apontamentos (que podem ser generalizados para outras situações):

  1. Não foi apenas a droga que matou Amy Winehouse. A droga costuma ser apenas a superfície visível do fenómeno, é a topografia da resposta a um estilo de vida autodestrutivo. O vício chegou a um ponto que se justificava por si mesmo: ela já usava substâncias porque precisava, patologicamente, de as usar. Mas por quê? 
  2. Amy vivia cercada por um cortejo de aduladores e aproveitadores do showbiz. Para entender o que causou a sua morte não devemos apenas analisar a química das drogas que ela usou, mas que contingências a levaram a, num histórico de longa data, agir como agiu rumo à morte... Até que ponto não havia todo um meio de pessoas em seu redor que faziam uso de sua imagem de "artista genial e drogada" para criar uma marca, um carisma doentio na cantora, e até incentivavam os seus vícios com esse fim.

A Aldeia Olímpica será, nos próximos 15 dias, a Aldeia mais Multicultural do Planeta!

... com cerca de 11 mil atletas de 192 países e 13 territórios. 
Como deve ser interessante conviver com toda aquela diversidade. Principalmente, por "coabitarem" num espaço que é de todos, ninguém domina sobre sobre ninguém, ou melhor, onde só a diferença domina!...Para além do desafio associado à competição, os atletas enfrentam outro grande desafio: o desafio de aceitar e respeitar essa mesma diferença...Uma experiência única, pois aceitar e conviver com outras culturas, outras formas de estar e de pensar a realidade torna-nos mais capazes para nos aproximarmos e compreendermos o outro… torna-nos mais tolerantes...
"E se eu fosse..." Visitem o blog da talentosa Mafalda Gomes AQUI

A Multiculturalidade implica interculturalidade: “O conhecimento e a apreciação de diferentes culturas e o estabelecimento de relações de trocas positivas e de enriquecimento mútuo entre os elementos das diversas culturas, tanto no interior de um país como do mundo”.
(Conselho da Europa, 1994:8)
Acrescento, sem despersonalizar nem aculturar...

Este entendimento de interacções culturais, trata-se, não de uma situação de dádiva, por parte de uns, e recepção, por parte de outros, mas sim de um diálogo intra e entre-culturas onde cada uma se valoriza através de práticas que permitem um melhor conhecimento de si e o (re)conhecimento dos outros.


Podemos ser todos iguais se soubermos respeitar as nossas diferenças!

No More Trouble (Original de Bob Marley) - Playing for Change, com participação especial de Bono Vox.