Na Cozinha Com Os Nossos Alunos [Uma proposta simples e saudável]

PIZZA DE LEGUMES
Ingredientes para a massa:
400 gr de farinha integral
200 ml de água
50 ml de azeite
1 colher de chá de sal
40 gr de fermento padeiro

Amassar manualmente ou colocar todos os líquidos e temperos na bimby e, de seguida, adicionar a farinha e o fermento.

Ingredientes para o recheio:
200gr de beringela
150 gr de cebola
200 gr de brócolos
150 gr de pimento verde
150 gr de pimento vermelho
300 gr de mozarela fresca
Molho de tomate q.b.

Cortar os legumes e salteá-los.

Ora vejamos!...
      

         

Buon appetito!

Fotos: Equipa de Hotelaria da ETAP - Escola Profissional
@ Mostra do Ensino Profissional 2013
Acompanhem os seus trabalhos AQUI
ou em  www.etap.pt



EMPREENDER| "Mudar o Mundo com Histórias de Encantar."


Quando inquiri Susana Machado sobre as motivações que a levaram a avançar com este projeto, simpaticamente respondeu:

“…Todos dormem na Terra das Fadas é o primeiro de muitos livros que espero publicar (já tenho inclusivamente outros escritos à espera da oportunidade) para dar continuidade ao meu projeto de "Mudar o Mundo com Histórias de Encantar", como afirmo na minha página de facebook.
Esta ideia surgiu-me porque pretendo que a minha escrita não fique apenas comigo, que tenha um impacto positivo no mundo, tanto em crianças como em adultos. Procuro que todas as minhas histórias tenham uma mensagem e moral fortes que nos levem a questionar coisas importantes na nossa vida e que nos ajudem a construir-nos como seres progressivamente melhores.
Para além disso, procuro que todos os meus livros revertam para causas sociais. Embora os lucros não sejam muitos até ao momento, porque as vendas ainda não foram muitas, espero poder compartir aquilo que recebo e, dessa outra forma, ajudar várias instituições a mudar o mundo para melhor. 
O meu primeiro livro reverte a favor da instituição onde trabalho: a AMURT Portugal, e foi precisamente o desejo de encontrar novas formas de ajudar esta instituição que me levaram a seguir o sonho da escrita. Há muito que escrevia, mas foi esta vontade que me fez dar o passo necessário à publicação.

Todas as informações sobre o meu livro "Todos dormem na Terra das Fadas" poderão ser encontradas neste link :http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/todos-dormem-na-terra-das-fadas/9789899813403/."


Imagens cedidas pela autora
(do livro e das ilustrações)
Susana Machado



Projetos destes merecem ser acarinhados…Sigam-no, divulguem-no, partilhem-no Página de Facebook *AQUI*
Susana, bem haja por este projeto...
e pela sua disponibilidade, também.

A dream you dream alone is only a dream, a dream you dream together is a reality. 
John Lennon

Fundamentar Escolhas [Mostra Ensino Profissional 2013]


A prática relacional no domínio da orientação vocacional centra-se sobre o apoio ao processo de escolha que envolve sempre múltiplos fatores de natureza cognitiva, motivacional e afetiva, cuja articulação exige bastante tempo para ser processada. Afasta-se, por conseguinte, do modelo psicotécnico clássico que se apoia no exame psicológico individual, feito num momento do percurso escolar que se situa, em geral, na proximidade da realização da escolha, sendo, por isso, pontual.

De modo diverso, a prática relacional neste domínio organiza um conjunto articulado de atividades a desenvolver ao longo de um percurso temporal que poderá coincidir com o ano letivo. Por intermédio desse conjunto de atividades, os sujeitos ensaiam e treinam o comportamento de planeamento estratégico de formulação de objetivos, de articulação de diversas informações úteis à organização de uma estrutura de meios-fins, indispensável ao autoconhecimento, à fundamentação de escolhas e à construção de um projeto de vida.

Entre as atividades referidas, conta-se também a avaliação psicológica por meio de testes. Os resultados dos testes são utilizados como uma “amostragem” das capacidades do sujeito naquele momento e naquela situação de teste, capacidades que podem evoluir por intermédio de atividades de metacognição, de interpretação e de reflexão crítica realizadas pelo próprio sujeito numa estratégia de promoção e de autoconhecimento.

Característica relevante da prática relacional de orientação vocacional é a sua articulação com as atividades pedagógicas. Com efeito, entre o processo de escolha e o rendimento obtido nas diversas disciplinas há relações recíprocas evidentes. Por um lado, o nível do rendimento escolar pode influenciar, de modo positivo ou negativo, o processo de escolha e, por seu turno, a elaboração de um projeto de vida pode contribuir para dar sentido às atividades escolares, ativando, deste modo, a motivação e influenciando a melhoria das aprendizagens.

FONTE:
ABREU, V. M. (1998). Cinco Ensaios sobre a Motivação. Coimbra: Almedina.

PROPORCIONAR ATIVIDADES DE EXPLORAÇÃO

A ETAP-Escola Profissional levou a cabo a Mostra do Ensino Profissional 2013 que decorreu no Pavilhão da Associação Industrial do Minho, em Viana do Castelo, entre os dias 24 e 30 de Abril de 2013.

Com a realização da Mostra do Ensino Profissional pretendeu-se:
  • Proporcionar informação relevante aos jovens sobre as ofertas educativas formativas para o ano letivo 2013/2014 que abarcam as áreas de formação que nos propomos desenvolver.
  • Desenvolver atividades de informação e orientação vocacional, iniciais, ou complementares das desenvolvidas nas atuais escolas, por forma a ajudá-los a fazer opções mais esclarecidas e convergentes com os seus interesses vocacionais.
Breves registos de sete intensos e gratificantes dias...
 Perspetivar
 Explorar
Executar (com perfecionismo)
 Projetar
 Estimular
 Registar
 Descobrir
Apresentar (equipamentos, programas)
 Experimentação
 Ação
 Demonstração
 Criatividade
 Dedicação
 Profissionalismo
Técnica  (momentos musicais)
 Interação
Divulgar (recolha de informação)
Esclarecer dúvidas (No meu curso eu aprendo a...)
 Sentir a escola
 Sentimento de pertença
Navio Gil Eannes em Chocolate...temos ou não temos artistas?!
 Postura
(Eu contagiada pela...) Boa Disposição!
Gratos pela Visita!

Tudo sobre o evento AQUI
Muito Orgulho em fazer parte deste Projeto Educativo.

Toda a linha gráfica e registos fotográficos - 
Equipa de Comunicação, Imagem e Som da ETAP - Escola Profissional

Televisão e Violência


É mesmo verdade que a violência na televisão torna as crianças mais violentas e agressivas?
Há idades críticas especificamente propícias para a imitação de condutas agressivas através de programas violentos?
Terei de proibir televisão aos meus filhos para serem turbulentas e agressivas?


Os dados disponíveis revelam que as crianças que vêm programas violentos são as mais agressivas na escola.
Proibir programas violentos?
A partir dos dados disponíveis, houve muita gente que passou a considerar a violência na televisão a causa direta de muitas condutas agressivas nas crianças. Tudo leva a crer que tais respostas são demasiado simplistas.
Por exemplo: as pesquisas mostram também que os programas violentos têm grande influência nas crianças já agressivas, e que têm pouca influência nas crianças não agressivas. Mostram, pois, que há crianças mais vulneráveis do que outras aos efeitos da violência na televisão.

Por outras palavras, que interesse teria clamar contra a violência na televisão e proibir todos os programas violentos às crianças e, ao mesmo tempo, pouco ou nada fazer para afastar outras dimensões que levam ao aumento da agressividade na criança, em particular, e na comunidade, em geral?!
Aliás, a violência psicológica passa em abundância na televisão como em casa. Só que tal violência, menos perceptível mas de efeitos tão ou mais dramáticos que a violência física é menos notada.
De facto, seria bom que houvesse menos programas violentos na televisão e que as crianças não os vissem em demasia.

Sabe-se, que a idade entre os 7-11 anos é das mais críticas em relação aos efeitos nefastos da violência que passa na televisão sobre a aprendizagem de condutas  agressivas. Isso parece dever-se ao facto de as crianças dessa idade tomarem como real muita da violência simbólica que vêm na televisão. Mas a sugestão de não deixarmos as crianças verem toda a violência que passa na televisão seria incompleta se não fossemos alertados para outras realidades.

Castigo, agressão e televisão
Uma dessas realidades mostra que existe uma associação muito forte entre comportamento agressivo das crianças e rejeição e castigo por parte dos pais. Em palavras simples, se educa o seu filho de modo autoritário (não confundir com exigência) e não estabelece com ele relações de grande afeto, é provável que ele seja mais agressivo. Sendo mais agressivo, os programas mais violentos terão sobre ele efeitos mais nefastos e ele próprio tenderá a gostar mais de ver programas violentos. É uma espécie de circuito que começa e não mais termina…

Aproveitamento escolar, agressão e televisão
Outra realidade mostra que as crianças de baixo rendimento escolar gastam mais tempo a ver televisão. Ou seja, têm mais oportunidade de observar modelos violentos e aprender condutas agressivas. O que, de novo, as torna mais vulneráveis aos efeitos nocivos da violência na televisão. A ilação é fácil de tirar, embora mais difícil de pôr em prática. Se se estimular o aproveitamento escolar das nossas crianças, não só as tornamos menos dependentes da televisão, como as afastamos da televisão, como as afastamos, de modo pedagógico e científico, de modelos agressivos.

Rejeição, agressão e televisão
Outra realidade mostra ainda uma associação positiva entre comportamento agressivo na criança e rejeição por companheiros. E, tal como acontece com as realidades anteriores, também aqui se grea uma espiral bastante dramática. A criança rejeitada, porque não desfruta de relações agradáveis com os seus companheiros, tenderá a passar mais tempo em frente do televisor; tenderá a ver programas mais violentos; e tenderá a tornar-se mais agressiva. Ficando mais agressiva, terá mais dificuldades em se relacionar com os colegas. O que a leva a mais televisão, mais agressão e mais rejeição!...

Fazer da televisão o único ou o principal responsável pela violência é redutor, podendo mesmo ser injusto. Se é verdade que a televisão vomita violência, também é verdade que modela o bem, o belo e o verdadeiro. Por outras palavras, erramos o alvo se pensarmos que a erradicação da violência seria possível através da simples proibição de programas violentos na televisão ou da proibição de tais programas às crianças. Se queremos um mundo mais pacífico e menos violento temos de olhar para além da televisão…

FONTE:
ORLANDO, L. (1996). Educar Hoje Crianças para o Amanhã. Porto: Porto Editora.