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CRIATIVIDADE

© Fotografia| Butterflies & Hurricanes - Liliana Fernandes

Presépio feito com garrafas e copos de plástico @ Vila Nova de Cerveira

✩✩✩

Curiosidade...

Descobriu-se que os sistemas cerebrais envolvidos na divagação mental estão ativos precisamente antes de as pessoas chegarem a uma intuição criativa - e estão invulgarmente ativos nas pessoas com distúrbio de atenção. Os adultos com distúrbio de défice de atenção, por comparação com os que não o têm, mostram também níveis mais elevados de pensamento criativo original e mais realizações criativas concretas.

Os Centros para o Controlo e Prevenção de Doenças dizem que 10 por cento das crianças ssofrem desse distúrbio, misturado com hiperatividade. Nos adultos, a hiperatividade atenua-se, permanecendo o distúrbio; cerca de quatro por cento dos adultos parecem ter esse problema. Quando colocados perante o desafio de uma tarefa criativa, por exemplo, como encontrar novos usos para uma garrafa de plástico, os indivíduos com distúrbio do défice de atenção saem-se melhor, apesar de se dispersarem - ou talvez por causa disso mesmo.

Todos nós podemos aprender algo com isto. Numa experiência em que os voluntários eram desafiados com uma tarefa de novos usos, aqueles cujas mentes tinham divagado - quando comparados com aqueles cuja atenção tinha estado completamente focada - apresentaram quarenta por cento mais respostas originais. E quando pessoas que tinham executado produções criativas como um romance, uma patente ou um espetáculo foram testadas para ver se conseguiam afasyar informação irrelevante para se focarem numa tarefa, as suas mentes divagavam mais frequentemente do que as dos outros - indicativo de uma consciência aberta que lhes poderá ter servido para o seu trabalho criativo.

Nos nossos momentos criativos menos frenéticos, mesmo antes de uma intuição dessas, o cérebro, em geral está assente num foco descontraído e aberto, o que é indicador de um estado de devaneio acordado. Uma vez que o cérebro armazena diferentes tipos de informação numa rede de circuitos de longo alcance, uma consciência livremente errante eleva as hipóteses de combinações originais...

O acaso, conforme disse Louis Pasteur, favorece uma mente preparada. O sonhar acordado gera a descoberta criativa.

O QUE DIZEM OS ESTUDOS

HÁBITOS QUE ADICIONAM TEMPO DE VIDA
Fazer exercício (primeiros 20 minutos): + 60 minutos
Fazer exercício (40 minutos seguintes): + 30 minutos
Tomar uma dose de bebida alcoólica: + 30 minutos
Comer frutas e verduras (5 porções): + 120 minutos
Tomar café (2 a 3 chávenas): + 30 minutos

HÁBITOS QUE TIRAM TEMPO DE VIDA
Cada dose seguinte de bebida alcoólica: - 15 minutos
Fumar meio maço de cigarros: - 300 minutos
Ver televisão por duas horas: - 30 minutos
Comer um bife (85 gramas): - 30 minutos


Fonte Using speed of aging and microlives to communicate the effects of lifetime habits, David Spiegelhalter, Universidade de Cambridge

TEXTOS DE PSICOLOGIA| Sofrer de paranóia

Uma em cada três pessoas sofre de paranóia ou suspeita excessiva na Grã-Bretanha, segundo um estudo do Instituto de Psiquiatria do King´s College, de Londres.
A equipa do instituto entrevistou 1,2 mil pessoas e perceberam que os níveis de paranóia são muito elevados e quase tão altos quanto os níveis de depressão e ansiedade.
O estudo concluiu que 40% dos entrevistados se preocupavam habitualmente com comentários negativos; 27% acreditava que outras pessoas os irritavam propositadamente; 20% estar a ser seguido ou observado; 10% achava que alguém estava a "preparar" algo contra eles; e 5% preocupava-se com uma possível conspiração que pudesse ter consequências negativas para estes. Com é óbvio, os pesquisadores explicam que a paranóia pode pôr (eu diria que põe mesmo) a qualidade de vida das pessoas.

Pergunto-me, olhando para os dados referidos no estudo: Será que sociedade em que vivemos não  será também ela responsável pelo reforça deste tipo de patologia?

A característica principal do Transtorno da Personalidade Paranóide é um padrão invasivo de desconfiança e suspeita quanto aos outros, de modo que os seus motivos são interpretados como malévolos. Este padrão tem início no começo da idade adulta e está presente numa variedade de contextos.

Os indivíduos com este transtorno …
  • Desconfiam que as outras pessoas os exploram, prejudicam ou enganam. As suspeitas baseiam-se em poucas ou nenhumas evidências.
  • Pensam que os outros conspiram contra eles e que podem atacá-los a qualquer momento e sem qualquer razão.
  • Preocupam-se com dúvidas  infundadas quanto à lealdade e confiabilidade dos seus amigos ou colegas, cujas ações são minuciosamente examinadas em busca de evidências de intenções hostis.
  • Sentem-se tão perplexos quando um amigo ou colega lhes demonstra lealdade que não conseguem confiar ou acreditar.
  • Quando enfrentam dificuldades, esperam ser atacados ou ignorados por amigos e colegas. 
  • Recusam ter confiança ou intimidade com outras pessoas, pelo medo de que as informações que compartilham sejam usadas contra eles.
  • Podem recusar-se, inclusivamente, a responder a perguntas pessoais, afirmando que as informações “não são da conta de ninguém”. 
  • Vêm significados ocultos, humilhantes e ameaçadores em comentários ou observações benignas.
  • Frequentemente, interpretam mal os elogios.
  • Podem interpretar uma oferta de auxílio como uma crítica por não estarem a fazer o suficiente por conta própria. 
  • Guardam rancores persistentes e resistem em perdoar os insultos, ofensas ou deslizes dos quais pensam ter sido vítimas.
  • Uma vez que estão constantemente vigilantes quanto às intenções nocivas dos outros, acham, muito frequentemente, que o seu carácter ou reputação foram atacados ou que, de alguma forma, foram menosprezados. O seu contra-ataque é rápido e reagem com raiva aos insultos percebidos. 
  • Podem ser patologicamente ciumentos, suspeitando, frequentemente, da fidelidade de seu cônjuge ou parceiro sexual, sem qualquer tipo de fundamento.
  • Podem juntar “evidências” triviais e circunstanciais para apoiarem as suas crenças ciumentas. Desejam manter um completo controlo de relacionamentos íntimos para evitar traições, podendo constantemente questionar o paradeiro, as ações, intenções e fidelidade do cônjuge ou parceiro. 

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| Se queres maximizar a tua atenção, escuta esta seleção!

Ouvir música para melhorar a nossa concentração é uma ótima estratégia. Partindo desta ideia, e fazendo uso da neurociência e da psicologia, a empresa focus@will desenvolve faixas musicais que visam maximizar a nossa concentração.

A distração…
O homem desenvolveu a sua audição na pré-história por questões de sobrevivência – ficar atento a predadores. Hoje em dia essa já não é a grande necessidade/preocupação do ser humano, mas o seu sistema auditivo mantém-se apurado. É por isso que a nossa distração é causada, principalmente, pela audição. Por exemplo: se, neste preciso momento, ouvir um ruído estranho vai parar de ler este texto para tentar perceber que ruído é esse!

A concentração…
Muitas empresas colocam música ambiente para aumentar a produtividade dos seus colaboradores. Contudo, isso pode ser um grande erro. Se a faixa musical não for bem escolhida, podemos passar o dia com "aquele" refrão na cabeça (músicas que provocam a chamada “comichão cognitiva” VER SIGNIFICADO AQUI), e isso não favorece em nada a nossa concentração!
Segundo a focus@will, o tempo médio que cada um de nós consegue estar concentrado são períodos de 20 minutos. Mas com a faixa musical correta, esse tempo poderá ser prolongado para períodos de 100 minutos.
Então…

Se queres maximizar a tua atenção, escuta esta seleção!

Fonte: exame.com

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| A sesta

Segundo estudo revelado na conferência anual da American Association for the Advancement of Science (AAAS), em San Diego, na Califórnia, a sesta a meio do dia é essencial para esvaziar o armazém cerebral temporário das memórias e assim arranjar espaço para novas aprendizagens.

Já me imagino a colocar, após hora de almoço, o seguinte aviso na porta do gabinete: "Por favor, não incomodar, estou a fazer investigação!".


O QUE DIZEM OS ESTUDOS


Segundo pesquisa realizada pela Universidade de Oxford e publicada no British Journal of Psychiatry, comediantes têm traços de personalidade ligados à psicose, assim como outras pessoas criativas - e essa pode ser uma das razões pelas quais são tão divertidos.
Gordon Claridge, professor do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de Oxford, afirma que «os elementos criativos necessários para produzir humor são incrivelmente similares aos que caracterizam o estilo cognitivo de pessoas com psicose - a esquizofrenia e a bipolaridade».
Ainda que a psicose esquizofrénica, em si, prejudique o sentido de humor, numa forma mais branda pode aumentar a habilidade da pessoa em associar coisas estranhas ou «pensar fora da caixa», prossegue Claridge.
Traços similares à bipolaridade podem ajudar pessoas a combinar ideias para formar conexões novas e engraçadas.
«Os comediantes tendem a ser introvertidos, nem sempre querem socializar, e a sua comédia é quase uma válvula de escape para isso», diz Claridge à BBC.
Para Paul Jenkins, presidente da entidade Rethink Mental Illness, as descobertas são interessantes, mas é preciso ficar atento para não reforçar o «estereótipo do génio criativo louco».
«Doenças mentais como esquizofrenia podem afectar qualquer pessoa, seja ela criativa ou não. O nosso entendimento sobre doenças mentais ainda é deficiente, e precisamos de mais pesquisas nessa área.»

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| Beber com frequência sumo de fruta e de outros vegetais...

Segundo um estudo publicado na revista especializada "American Journal of Medicine", beber com frequência sumo de fruta e de outros vegetais reduz até 76% o risco de contrair Alzheimer.

Investigadores americanos e japoneses acompanharam quase 2 mil pessoas ao longo de 10 anos e verificaram que as pessoas que beberam sumos de frutas e de outros vegetais, pelo menos 3 vezes por semana, obtiveram 76% menos probabilidades de contrair Alzheimer, comparativamente com aqueles que apenas consumiram uma vez semanalmente. O estudo vem consolidar a teoria de que as substâncias antioxidantes , existentes nos frutos e vegetais (polifenóis), evitam a acomulação, no cérebro, de proteínas que estão ligadas ao Alzheimer. Segundo a porta-voz da britânica Fundação para a pesquisa de Alzheimer, Harriet Millward, "a dieta, que quase sempre tem um papel importante no risco de se ter Alzheimer, é um atrativo para a pesquisa, porque oferece uma alternativa económica de combate à doença". Afirmou mesmo que frutas e vegetais, conhecidos por manterem sob controlo a pressão sanguínea, podem ainda reduzir o risco de Alzheimer, pela sua relação com a dificuldade de circulação do sangue pelo cérebro.

Já Beberam Sumo de Fruta, Hoje?
Boa Sexta.
© Fotografia: Butterflies & Hurricanes| Menu Pequeno Almoço:
(Papa de Aveia, Sumo Natural de Laranja, Uvas e Café)


O QUE DIZEM OS ESTUDOS| "A vida dos homens começa aos 54 anos"

Estudo inglês divulgado há poucos dias sugere que a demora em ter filhos, assim como as preocupações financeiras, fazem com que "a vida dos homens comece aos 54 anos".
Era hábito dizer que "a vida" começava "aos 40", mas hoje em dia já não será assim. É o que sugere um estudo de uma clínica de Manchester, publicado no passado dia 1 de Novembro, na edição online do jornal Telegraph. Os resultados do estudo, que envolveu mil indivíduos, indicam que muitos homens não acreditam que tenham uma vida estável antes de atingirem os 54 anos, 12 anos antes da idade da reforma, 66 anos, que entrará em vigor em Portugal já em janeiro.

O estudo concluiu assim que, em média, é aos 54 anos que os homens se sentem estáveis e seguros em relação à sua vida.
Os medos e as inseguranças que os homens sentem para não "começarem a sua vida" mais cedo como "verdadeiros adultos", foram também destacados pelo estudo.
Para os homens britânicos, o primeiro desses receios é não serem capazes de comprar uma casa, vivendo em casas arrendadas. A perda de cabelo, o medo de serem despedidos e a incapacidade dos seus filhos conseguirem a autossuficiência são outras das inseguranças apontadas. 

Falta saber quais são os medos/inseguranças dos portugueses!

"FOMO" (Fear of Missing Out), sabem o que significa?

O "medo de ficar de fora" (traduzindo à letra) é sentido por cada vez mais pessoas que usam as redes sociais. Segundo o estudo Connecting and Communicating Online: State of Social Media, pela MyLife, esta ansiedade surge quando alguém tem medo de perder eventos, informações e posts importantes dos amigos.
Avaliem os vossos níveis de ansiedade quando sabem que não vão poder ligar-se a uma rede social: AQUI

Julgamentos

Em 1978, foi atribuído a Herbert Simon o Prémio Nobel da Economia pelo seu estudo sobre a “Racionalidade Limitada”. Nesse estudo demonstra que, habitualmente, somos pouco sistemáticos e racionais na tomada de decisão, que apresentamos uma capacidade limitada para processar e avaliar as informações das diversas alternativas possíveis e que tendemos a usar estratégias elementares invocando apenas alguns aspetos das noções disponíveis.
Segundo a sua teoria sobre a racionalidade limitada, ao usarmos este tipo de estratégias, devido às nossas limitações cognitivas acabamos por adotar decisões “irracionais” que se revelam, por vezes, pouco acertadas ou até irresponsáveis quando efetuadas sob circunstâncias de incerteza. Estas limitações reforçam a ideia de parar para pensar. É indispensável que qualquer decisão que tomemos tenha como base uma atitude de humildade, na qual procuramos adquirir o conhecimento necessário para desencadear um pensamento crítico e criterioso, que passa por pôr em questão todos os argumentos que utilizamos e despender o tempo e o esforço necessários para pensarmos por nós próprios de uma forma racional. Porque as decisões devem ser tomadas sem subterfúgios como crenças, demagogias ou uma falsa consciência grupal.

Não estamos apenas a tentar interpretar o mundo e a dar uma mera opinião, mas sim a participar na sua transformação.

O próximo video, de apenas 51 segundos, demonstra como é habitual recorrermos a "atalhos mentais" nos nossos julgamentos...

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| Quanto mais alto maior o salário

A altura interessa. As pessoas altas apresentam uma vantagem competitiva: as empresas compensam a altura com um salário superior. Estas possuem, ainda, um estuto mais elevado e são mais respeitadas.
Segundo Timothy Judge, professor da Universidade da Florida, por cada centrímetro a mais na altura corresponde um pagamento extra de 300 euros por ano, mesmo tendo em consideração outros fatores, como o género, o peso e a idade.
Por exemplo, 12 centímetros a mais na altura resultam num rendimento anual extra de 3.600 euros. De acordo com este investigador, a altura influencia mais o rendimento que o género. As mulheres altas possuem um rendimento superior ao dos homens mais baixos. Os mais altos iniciam as suas carreiras com salários mais elevados e mantêm esta vantagem durante todo o seu percurso profissional.
A altura também se encontra relacionada com o desempenho. As chefias consideram que os trabalhadores mais altos são mais eficientes.
© Fotografia| Butterflies & Hurricanes
Estou feita!

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| Pressão arterial aumenta às segundas-feiras

O stresse de voltar ao trabalho na segunda-feira, depois de um fim de semana relaxado, pode provocar um aumento brusco da pressão arterial, de acordo com uma equipa da Universidade Médica das Mulheres de Tóquio. Foram estudados 175 homens e mulheres que utilizaram equipamentos para medir e registar a pressão arterial ao longo de uma semana. E foi precisamente às segundas que a pressão arterial dessas pessoas aumentou em relação a outros dias da semana, por outro lado, este aumento não foi registado no grupo de pessoas que permaneceu a dormir nesse período.
Os resultados divulgados na publicação médica "American Journal of Hypertension" vão de encontro ao fato de a maior incidência de mortes por acidente vascular cerebral e ataque cardíaco ocorrer à segunda-feira de manhã.

Relaxem e uma excelente semana!

SEGREDO PARA UMA VIDA MELHOR E MAIS LONGA

Se pensa que o segredo para uma vida longa e saudável passava por evitar o stresse, fazer desporto e manter uma alimentação equilibrada, desengane-se. Uma pesquisa publicada nos EUA “The Longevity Project Surprising Discoveries for Health and Long Life” desmistificou estas ideias ao afirmar que o estilo de vida é o traço mais importante para uma vida longa. Algumas dicas? Dedicar-se à carreira e à vida social na mesma medida, fazer atividades físicas que lhe dêem prazer ao invés de se esforçar em demasia por resultados na balança, interagir com a comunidade, sentir prazer com a profissão, ser consciencioso/a com o dinheiro, ter relações felizes, selecionar bem os amigos, não ser tão negativo/a mas, também, não ser excessivamente positivo/a e, principalmente, relaxar. Aproveite o dia-a-dia e não leve a vida ao extremo. O que nos faz viver mais e melhor é a forma como aproveitamos a vida que temos. Uma questão de postura, portanto!

PISCAR OS OLHOS "DESLIGA" PARTES DO CÉREBRO

Quando piscamos os olhos, partes do nosso cérebro são temporariamente "desligadas", de acordo com um artigo publicado na revista científica "Current Biology". A equipa do University College, em Londres, demonstrou que o cérebro desliga partes do sistema visual a cada piscar de olhos e, como as pessoas não se apercebem que tal sucede, têm a impressão de uma "visão ininterrupta do mundo". Porém cada piscar de olhos dura entre 100 a 150 milésimos de segundo, e durante este tempo não há transmissão de informações visuais, nem há luz. Os investigadores utilizaram um dispositivo criado especialmente para avaliar os efeitos no cérebro e concluíram que cada piscar de olhos reprime a actividade cerebral no córtex visual, assim como noutras áreas do cérebro, geralmente activadas quando a pessoa está consciente de acontecimentos ou de objectos.


© Fotografia: Liliana Fernandes| Butterflies & Hurricanes
"Os olhos de um dos meus grandes amores"

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| Sofrer de Paranóia

Uma em cada três pessoas sofre de paranóia ou suspeita excessiva, segundo em estudo do Instituto de Psiquiatria do King's College, de Londres, o que pode colocar em causa a qualidade de vida das pessoas.
A equipa do instituto entrevistou 1,2 mil pessoas e perceberam que os níveis de paranóia são muito elevados e quase tão altos quanto os níveis de depressão e ansiedade.
O estudo concluiu que 40% dos entrevistados se preocupavam habitualmente com comentários negativos; 27% acreditava que outras pessoas os irritavam propositadamente; 20% considerava estar a ser seguido ou observado; 10% achava que alguém estava a "preparar" algo contra eles e 5% preocupava-se com uma possível conspiração que pudesse ter consequências negativas para estes.

Nos dias de hoje, “é-se jovem biologicamente até cada vez mais tarde e velho, socialmente, cada vez mais cedo.”

© Fotografia: Butterflies & Hurricanes
@ Lisboa
  • O Eurostat em Portugal indica que, entre 2010 e 2015, a percentagem da população com 65 anos e mais se manterá acima da dos jovens com 15 anos.
  • Segundo a OMS, apenas 30% dos idosos do mundo inteiro estão a beneficiar de reformas ou subsídios de velhice e invalidez, o que torna muito difícil a existência e os expõe a riscos acrescidos de violência, quer em ambiente familiar, quer institucional.
  • Face a esta faixa crescente de população, para a qual as estruturas sociais não parecem preparadas, várias preocupações se levantam, sendo as questões do abuso as mais “gritantes”.
  • O abuso no idoso pode assumir várias formas: física, sexual, emocional, abandono e negligência
  • É no seio da família que os maus tratos ocorrem com maior frequência. Apesar da escassez de estudos a este nível, as estatísticas da OMS indicam que 4 a 6% da população idosa tenha experienciado alguma forma de abuso em casa. No topo da lista dos agressores aparecem os filhos. Segundo o investigador José Ferreira-Alves, da Universidade do Minho, muitas vezes, os idosos são vítimas de violência por quem deles deveria cuidar.
  • Segundo estudo levado a cabo pelo investigador José Ferreira-Alves, o mau trato que mais prevalece é o abuso emocional. A realidade encontrada aponta para 40% a percecionarem solidão extrema, 27% refere não existir diálogo com a família direta, 22% afirma ser vítima de violência sempre sempre que discorda do cuidador, sendo que 14% refere ser ameaçado de colocação em lar. No que se refere à violência física, denotou-se mais prevalente em idades avançadas. A falta de óculos, de aparelhos auditivos e outros instrumentos de apoio médico é outro tipo de negligência, muitas vezes promovida pelo Estado.

A velhice é frequentemente conotada com : perda de aparência física, proximidade da morte, aumento da dependência, comportamento mais lento. Entre outras atitudes negativas, neste domínio é possível encontrar:
  • O “Automorfismo Social”, isto é, o não reconhecimento da unicidade do idoso;
  • A “Gerontofobia”, medo irracional de tudo o que se se relaciona com o envelhecimento e velhice;
  • O “Agism”, que se refere a todas as formas de discriminação com base na idade;
  • A “Infantilização”.

Todas estas atitudes impedem o reconhecimento das capacidades reais do idoso, do seu potencial, da sua força de recuperação, do seu juízo crítico, bem como da sua avaliação de vida.

Se o envelhecimento da população é uma aspiração natural de qualquer sociedade e, depois de esta continuamente desenvolver esforços no sentido de prolongar a vida humana, então oferecer condições adequadas aos idosos para viverem com bem-estar é um importante desafio que se coloca a toda a sociedade. A todos nós, portanto! 

So Sad to be Alone...




“As pessoas que se sentem sozinhas sentem-se claramente como se estivessem em relações de má qualidade", afirma Lisa Jaremka, investigadora que liderou estudo levado a cabo por equipa do Instituto para a Investigação em Medicina Comportamental da universidade do Ohio. Estudo que, à semelhança de outros, conclui que, tal como o stresse, também a solidão enfraquece o sistema imunitário, deixando o corpo mais vulnerável a infeções.

O QUE DIZEM OS ESTUDOS| Consequências dos regimes alimentares ricos em gorduras e pobres em hidratos de carbono...

Regimes alimentares ricos em gordura e pobres em hidratos de carbono prometem a perda de peso mas levam a consequências negativas na função cognitiva e cardíaca. Segundo o estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, após esta dieta, testes cognitivos mostraram uma diminuição na atenção e velocidade e perturbações de humor. Do ponto de vista do coração, verificou se a diminuição da molécula fosfocreatina, necessária ao bom funcionamento cardíaco.

Frase do Dia:"Um café, por favor!"


Hoje, só assim... um pouco de doçura e muita cafeína à mistura!
Foto: Butterflies & Hurricanes
@ Antiga Confeitaria de Belém

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O QUE DIZEM OS ESTUDOS
A cafeína pode vir a tratar as doenças de humor, nomeadamente a depressão, considerada um dos mais graves problemas de saúde da sociedade atual, afetando uma em cada quatro pessoas.

Um grupo de investigadores do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC), de Coimbra, afirma ter aberto uma nova linha de investigação centrada nas doenças de humor, na sequência dos seus estudos com café para tratamento de doenças do cérebro.

"Alguns estudos iniciais mostraram que populações de risco, como os enfermeiros dos serviços de urgência, toleram muito melhor ao longo do tempo situações de stress repetido quando consomem café de forma regular, em doses toleráveis e normais, do que profissionais com funções semelhantes, mas que não tomam café regularmente", sublinha Rodrigo Cunha, da Faculdade de Medicina de Coimbra.

Além dos testes psicológicos, é possível verificar estes resultados em testes biológicos com os níveis de cortisol, que confirmam esta impressão, de que há um benefício em termos de controlo de humor associado à toma regular de doses moderadas de cafeína.

Um estudo levado a cabo por uma equipa da Harvard Medical School, analisando os ritmos de vida de 50 mil enfermeiros, e agora publicado pela Archives of Internal Medicine, chega às mesmas conclusões. Acrescentando, ainda, que aqueles que consomem café regularmente estão menos propensos a ter peso acima da média, pressão alta e apresentar diabetes.

Dás-me um beijinho?!

13 abril - Dia Internacional do поцелуй, Puthje, küssen, قبلة, համբուրել, öpmək, целувка, polibek, kysse, bozk, beso, kisi, suudlus, halik, suudella, baiser, kussen, bacio, , kiss, kyss,…. BEIJO!
Foto: Butterflies & Hurricanes
Mary & Eu
Um beijo na face pede-se e dá-se,
E alguns são tão doces!
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O QUE DIZEM OS ESTUDOS:


Exercitar dezenas de músculos, libertar endorfinas, combater a depressão, diminuir o stress, queimar calorias: tudo isto resulta de um beijo apaixonado: "É o teletransporte para um paraíso".

Os beijos apaixonados libertam endorfinas, substâncias químicas que proporcionam sensações de prazer, euforia, bem-estar. 
Estudos indicam que o beijo ajuda a combater a depressão, baixa os níveis de cortisol, uma hormona envolvida na resposta ao stress: ou seja, vai fazer com que a pessoa fique menos stressada, mais calma. 
A linha pode também sair beneficiada: investigações indicam que um beijo ajuda a queimar cerca de 12 calorias e ativa 29 músculos. O aumento da tensão arterial e da temperatura da pele são outras das consequências benéficas.
Prescrição: Um beijo por dia dá saúde e alegria...

Dás-me um beijinho?!

Nota: A prescrição é pelo menos um beijo por dia, se exceder a dose mínima recomendada melhor:)