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Yo soy Yo. Tú eres Tú.

Fotografia| Butterflies & Hurricanes
Yo soy Yo.
Tú eres Tú.
Yo no estoy en este mundo para cumplir tus expectativas.
Tú no estás en este mundo para cumplir las mías.
Tú eres Tú.
Yo soy Yo.
Si en algún momento o en algún punto nos encontramos,
será maravilloso.
Si no, no puede remediarse.
Falto de amor a mí mismo,
cuando en el intento de complacerte me traiciono.
Falto de amor a ti,
cuando intento que seas como yo quiero,
en vez de aceptarte como realmente eres.
Tú eres Tú y Yo soy Yo. (Fritz Perls)




No encontro de duas pessoas que se querem bem, como no amor romântico, é criada a união em que, ao mesmo tempo, ambos permanecem indivíduos sem desistir das suas características de personalidade que os distinguem, da sua identidade individual. Assim, os protagonistas de uma relação serão sempre três: "eu", "tu" e "nós"!

A intimidade extrema não é a situação ideal para duas pessoas que se querem dar bem. A proximidade excessiva dá sempre origem a que as pessoas se magoem.
A independência e a distância que advêm do respeito são essenciais para a dignidade pessoal do indivíduo, e este respeito deve ser mantido até com as pessoas que nos são mais próximas.
Uma vez quebrada essa distância de respeito, uma vez que tenha sido ultrapassada a marca e atingido o estado de “importunar”, de tal forma que as pessoas já não estão devidamente independentes umas das outras, então surgirão problemas. Não tardarão a verificar-se danos (que podem não ser percetíveis à primeira vista), o distanciamento ou até mesmo a rutura total no relacionamento.

By Liliana Fernandes

O TEU SORRISO, O MEU OLHAR E...FALTA DE AR!





O teu sorriso - volta e meia - invade os meus pensamentos...

Tu olhas-me, sorris-me, e eu fico muda! 
Tu e o teu sorriso lindo. Eu e a minha falta de palavras.
Eu olho e tu caminhas. Caminhas na minha direção (com o teu sorriso lindo)...

Falta de palavras. 
Falta de espaço.
Falta de ar...


By Liliana Fernandes


O Amor a Preto e Branco





Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?...
Classic Hollywood Romances
Fotografias: Institut National de L'Audiovisuel 

Jane Fonda & Alain Delon
Paul Newman & Joanne Woodward

Alain Delon & Brigitte Bardot
Alain Delon & Romy Schneider
Jane Brikin & Alain Delon
Lauren Bacall & Huphrey Bogart
James Dean & Pier Angeli
Liz Taylor, Liza Todd & Mike Todd
Rita Hayworth & Orson Welles
Marilyn Monroe & Arthur Miller
Tony Curtis & Janet Leigh
Romy Shneider & Alain Delon
Janet Leigh & Tony Curtis
Andrey Hepburn & Mel Ferrer
Clark Gable & Marilyn Monroe
Pier Angeli & James Dean


"You Electrify My Life"



Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
 Friedrich Nietzsche


Os sinais da paixão - JN


Quais os sinais que o corpo dá quando está apaixonado?
Confira você mesma/o com esta aplicação multimédia do JN, bem criativa!
Os sinais da paixão - JN

Nunca subestimar o poder da comunicação...

O encontro que leva à construção de uma relação entre um casal não pode ser encarado somente como o encontro de duas pessoas, mas sim como o encontro de dois mundos, dos seus respetivos valores, culturas, famílias, códigos de conduta, vivências individuais e experiências que se revivem no aqui e no agora. Pressupõe, à partida, pontos de vista diferentes.
Não resisto a contar uma pequena história (adoro histórias!!).
O tio do António era casado com uma mulher que não parava de falar. A uma dada altura disse-lhe: “Sabes, tenho uma ideia; tens uma vida tão repleta de aventuras fantásticas! Em vez de mas contares devias escrevê-las.” E ela assim o fez. Escrevia durante o dia e à noite lia-lhe o que tinha escrito.
O que é que terá falhado aqui? Quereria ele pedir à mulher para deixar de falar dessas histórias? Que não fosse uma chata? Que transformasse a competência de contadora de histórias numa atividade rentável? Toda e qualquer interpretação corre o risco de estar completamente al lado se não conhecermos bem o tipo de relação do casal. Só este aspeto poderá clarificar aquilo que é dito.
A comunicação no casal é de facto, a interseção de dois mundos e grande parte dos problemas que resultam do encontro destes dois mundos estão condensados na comunicação. É aí que se conjuga, se expressa e se procura resolver toda a espécie de diferendos. A procura de soluções passa sempre pela comunicação, através da palavra e do corpo e inclui aspetos como a palavra, o gesto, a mímica e o olhar. Estamos sempre em comunicação, e mesmo quando estamos em silêncio, estamos a dizer que não queremos comunicar!
É fundamental uma comunicação baseada na COMPREENSÃO DO OUTRO, na capacidade de escuta e na devolução ao outro daquilo que se compreendeu. Torna-se também fundamental uma maior congruência entre o verbal e o não-verbal, entre aquilo que se diz e aquilo que se faz.
Ideias que facilitam a comunicação com as pessoas que nos são mais próximas
  • Aceitar que a forma como cada um interpreta o mundo é única e que vários pontos de vista podem enriquecer e ajudar a encontrar melhores soluções.
  • Estar atento e demonstrar ao outro que compreendemos aquilo que ele está a querer transmitir.
  • Perceber que com frequência aquilo que é dito serve para falar da relação.
  • Não "obrigar" o outro a falar. Saber respeitar o silêncio do outro. Estar atento à comunicação não-verbal.
  • Não utilizar em excesso estilos de comunicação menos claros como as metáforas, a ironia, a brincadeira, o humor. Não deixar de os utilizar.
  • Não dizer tudo o que pensa. Ser capaz de guardar algumas coisas dentro de si próprio.
  • Interessar-se pelos conceitos e valores da família do seu amigo, parceiro...: eles são uma espécie de dicionário daquilo que o outro diz e pede.

Illusion...



It matters not who you love, where you love, why you love, when you love or how you love; it matters only that you love.
 John Lennon

Doença de Alzheimer

























Visitando o "espaço" de uma simpática blogger M&A, deparei-me com um lindo texto do romance: "O Diário da Nossa Paixão", de Nicholas Sparks (para ver publicação clique em Amor.).
Este romance fala-nos da grande paixão de Allie e Noah. Os dois têm uma vida preenchida com tudo a que dois apaixonados têm direito: recordações, filhos, netos e um amor que não se apaga com o passar dos anos...mas que se vê ameaçado por um terrível mal: a doença de Alzheimer.
E é sobre este tema que decidi escrever hoje.

Como podemos caracterizar a doença de Alzheimer? Como se diagnostica? Tem cura? Que cuidados podem retardar a evolução da doença?


A doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência na velhice. Caracteriza-se pela perda da memória associada à deterioração das funções intelectuais, emocionais e cognitivas. Ocorre entre homens e mulheres na mesma proporção sendo que incide em 8% da população de idosos. É uma doença de carácter progressivo.
Deve-se à disfunção das células nervosas, de causa ainda desconhecida, que provoca a diminuição de uma hormona de grande importância na função cerebral (acetilcolina). Sabe-se, ainda, que se trata de uma doença com características hereditárias.
O início da doença é discreto, com o aparecimento de esquecimentos e pequenas confusões (com datas, por exemplo). Logo numa fase inicial, começa a evidenciar-se uma dificuldade em memorizar factos recentes, e, progressivamente, surgem  dificuldades em realizar pequenas tarefas domésticas.
Com a evolução da doença começam a acentuar-se os seguintes sintomas:
  • Dificuldades na fala
  • Incapacidade em manter um  um raciocínio lógico
  • Défices de concentração e atenção
  • Isolamento social
  • Progressiva desorientação no tempo e espaço
  • Perda das capacidades de leitura, escrita e de efectuar cálculos
  • Humor instável: com momentos de raiva, choro, depressão e agressividade
  • Dificuldade em se alimentar e efectuar a higiene pessoal
O diagnóstico é de exclusão com outras demências (aterosclerótica, por exemplo), com manifestações de certas intoxicações (por drogas tipo tranquilizantes, alcoolismo, etc.), com certas infeções (encefalites) e com sequelas de traumatisma craniano.

Não deve ser confundida com as alterações de memória, "lapsos de memória", muito comuns em qualquer idade e que se acentuam na velhice, ou com estados de forte emoção e depressivos. Estes "lapsos de memória" são processos benignos e nunca são acompanhados de outras alterações como ocorre na Doença de Alzheimer.
Não há cura para a doença nem um tratamento específico. Existem duas substâncias que possuem algum efeito sobre os sintomas da doença na sua fase inicial: a tacrina e o hidroclorido de donepezil. Estas substâncias devem ser administradas com cautela pois podem provocar problemas digestivos e hepáticos. O tratamento baseia-se em medicamentos sintomáticos, atividades físicas e mentais, sendo fundamental a constante estimulação da pessoa doente. Estes cuidados podem retardar a evolução da doença. Neste processo, a participação da família é fundamental e deve começar pela compreensão da doença. A manutenção da dignidade e do auto respeito deve ser uma constante.

Para ver ou rever


Este fim-de-semana vi (pela primeira vez, confesso) o filme: “Separados de fresco”. Achava eu que ia ver uma comédia romântica, digna de uma tarde fria de inverno e dou por mim a pensar seriamente nas relações homens-mulheres e a irritar-me com a estupidez (desculpem!) das mulheres, com as reações básicas dos homens, e com o tempo que se perde em discussões!
Ri-me por vezes, é verdade, mas creio que o filme é uma armadilha: esconde-se por trás de uma aparência lúdica e afinal põe-nos a refletir.
Aconselho-o. No filme, podemos ver de uma forma bastante crua e básica, as grandes diferenças que separam, por vezes, abissalmente, as mulheres e os homens, e vice-versa.
Brooke (Jennifer Aniston) e Gary (Vince Vaughn) são o casal vítima desta análise: o que parecia ser uma relação amorosa promissora começa a deteriorar-se até que chega o momento de colapso no qual Brooke põe fim a tudo. Questão prática: a casa que partilham foi comprada por ambos. Depois de muito discutir, decidem partilhá-la até que um deles ceda.
Vemos então um casal que gosta genuinamente um do outro, mas incapaz de o mostrar, incapaz de assumir alguns erros, incapazes de conviver.
Na fase em que atravessamos, que muitos dizem ser a era da pastilha elástica ou do fast-food, em que tudo acontece muito rápido e é ainda mais rapidamente deitado fora, um filme como estes, por entre piadas, obriga a pensar. Retrata a vida como ela é: o dia-a-dia e as relações têm sempre um lado cómico e um dramático, têm sempre as suas dificuldades, os erros, os esforços em vão e os arrependimentos. Afinal, as relações idílicas não passam disso mesmo: idílicas e ilusões. É preciso trabalhar a relação para que esta seja “perfeita”.

No fim, e depois de algumas confusões e mal-entendidos, de seguidos ou não os conselhos dos amigos e colegas de trabalho surreais, as conclusões a que ambos chegam parecem ser as mais acertadas e sensatas!!

De coração abotoado?


Educam-nos para nós abotoarmos o coração até o último botão. E, às vezes, as pessoas despem-se facilmente por fora e têm dificuldade em perceber que o grande desafio da vida é despirmo-nos por dentro. É darmo-nos a conhecer por dentro.-- Eduardo Sá

A palavra constrói/mantém; o silêncio afasta/isola

A comunicação é algo de extremamente complexo e extraordinário… Imaginar a construção (e manutenção) de uma relação (de amizade, amorosa, parental,…) sem comunicação é tão difícil como imaginar o infinito. É retirar algo de fundamental dessa mesma relação.

Acabei de estar IMENSO TEMPO  ao telefone com uma AMIGA. Conversamos, rimos, exclamamos, interrogamos, quase choramos… Se me perguntarem sobre o que falamos, ao certo, eu respondo-vos: já não me recordo muito bem, só sei que A CONVERSA SOUBE TÃO BEM!!
Como é possível? Porque a conversa cumpriu a sua função: pôs em contacto emocional duas pessoas que se querem muito bem. O importante foram os conteúdos afetivos (o termos conversado) e não tanto aquilo que foi dito.
Mas estamos sempre a adiar aquele telefonema, aquela conversa, não é verdade?! E assim, vamos maltratando as nossas relações, e muitas vezes as mais preciosas...

O QUE DIZEM OS ESTUDOS -- O AMOR é uma receita fisiológica e com prazo de validade


Como que por acaso, e naquele lugar, os nossos olhares, que vagos giravam, cruzaram-se… de súbito fui invadida por aquela sensação de ritmo cardíaco a disparar e maças do rosto a corar! Mas nessa hora a viver começamos...
Recordo-me de no nosso primeiro encontro sentir uma ansiedade, um calor no peito que logo se espalhou em calafrios que procurei disfarçar. Um leve suor nas mãos. As palavras tremeram embaraçadas em pensamentos confusos. Joelhos que mal sustentavam o peso do meu corpo. Recordas-te do nosso primeiro beijo?...
E, desde então, quantas vezes nos esquecemos do mundo lá fora...?!

Quem nunca sentiu este misto de emoções e sensações? Parece que os cientistas, esses “desmancha prazeres”! Querem-nos convencer de que o AMOR não passa de um conjunto de reações químicas, anatómicas e bioquímicas.
Será? Mas até que ponto a ciência pode, efetivamente, traduzir em experiências químicas o que para muitos é a verdadeira essência do ser humano?
Apesar de tudo, é provável estarmos certos, quando assumimos sentirmos química por alguém. Só que essa química, para os cientistas, traduz-se na seguinte receita (!):
  • Feniletilamina - provoca sensações de exaltação, alegria e euforia;
  • Dopamina - responsável pela sensação de prazer que sentimos, e pelas manipulações físicas, tais como: pele avermelhada, mãos húmidas, … e
  • Ocitocina -  um neurotransmissor associado ao AMOR.
Helen Fisher, antropóloga da Universidade de Rutgers, New Jersey, demonstrou, ainda, que a: instabilidade; exaltação; euforia e falta de apetite, sentidos pelos apaixonados, estão associados a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro.
Posto isto, concluímos que para os cientistas o AMOR não passa de uma receita fisiológica de vários compostos físicos que se dá no cérebro de cada um de nós.
Mas, em última análise, porque é que acontece somente entre algumas pessoas e não com todas, porque nos sentimos “atraídos” por determinado indivíduo e não por outro?
Dra. Helen Fisher tenta dar uma resposta: "Normalmente, as pessoas apaixonam-se por alguém com quem interagem, mas, sobretudo, por alguém que considerem misterioso. Depois, a maior parte interessa-se por pessoas com o mesmo background sociocultural e com atitudes, expectativas e interesses paralelos." Verdade ou não, cada um sabe de si!
Mas, então se realmente o amor e a paixão não passam de reações químicas do corpo, será que duram para sempre? Ou pelo contrário existe um limite de tempo para homens e mulheres sentirem o arrebatamento da paixão?
Segundo a professora Cindy Hazan, da Universidade Cornell, Nova Iorque: "os seres humanos são biologicamente programados para se sentirem apaixonados durante 18 a 30 meses". Ela entrevistou e testou 5.000 pessoas de 37 culturas diferentes e descobriu que o "amor" possui um limite para o seu "tempo de vida". Com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos - e toda a "loucura" da paixão desvanece gradualmente - a fase de atração não dura para sempre. Posteriormente, o casal, habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância…
Em jeito de conclusão, só vos digo que, como explicação do AMOR, esse cúmulo de loucura e sabedoria, continuo a preferir as palavras de Fernando Pessoa:
“Amo como ama o amor.
Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar.
Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que
TE AMO?”

Qual a distância ideal nos relacionamentos?

                                                                                                       @ Tibete

Pergunamo-nos muitas vezes o que devemos e não devemos fazer; o que é bom e o que é mau.
Na verdade, quando se trata de colocar estas questões, acontece com frequência que as coisas não podem ser divididas segundo ideias simples de: certo e errado, bom e mau, sim ou não. Aquilo que fazemos, e o ponto até o qual fazemos, tem também uma influência direta sobre como devemos agir. Chegar ao excesso ou não fazer o suficiente, são duas coisas que devem ser evitadas, tanto quanto possível.
Ir demasiado longe é tão mau como não ir suficientemente longe.
Onde quero chegar?! ... Aquando de uma publicação anterior dedicada ao tema da perturbação obsessiva-compulsiva, houve uma fecunda troca de ideias, com uma amiga do coração, sobre: " Até onde deveremos ir nos relacionamentos?" E, tal como lhe prometi, partilho o que, para mim, é a proximidade ideal…
Existe uma fábula que ilustra muito bem o meu ponto de vista.
Um grupo de porcos-espinhos, todos cobertos de picos aguçados, andavam juntos para se manterem mais quentes durante o Inverno, e não conseguiam perceber bem a que distância deviam estar uns dos outros. Se estivessem um nadinha demasiado afastados não conseguiam manter-se quentes, por isso chegavam-se mais uns aos outros; mas assim que se aproximavam mais os espinhos aguçados de uns picavam os outros, e assim começavam a afastar-se, só que mal o faziam começavam a sentir frio. Foram necessárias muitas tentativas e erros até que os porcos-espinhos conseguissem finalmente perceber qual o grau de afastamento a que deviam estar uns dos outros para se manterem quentes sem se magoarem.
A intimidade extrema não é a situação ideal para duas (ou mais) pessoas que se querem dar bem. A proximidade excessiva dá sempre origem a que as pessoas se magoem.
A independência e a distância que advêm do respeito são essenciais para a dignidade pessoal do indivíduo, e este respeito deve ser mantido até com as pessoas que nos são mais próximas.
Quer seja entre pais e filhos, entre marido e mulher, entre namorados ou entre amigos, uma vez quebrada essa distância de respeito, uma vez que tenha sido ultrapassada a marca e atingido o estado de “importunar”, de tal forma que as pessoas já não estão devidamente independentes umas das outras, então surgirão problemas. Não tardarão a verificar-se danos (que podem não ser percetíveis à primeira vista), o distanciamento ou até mesmo a rutura total no relacionamento.
Devemos manter uma distância adequada e concedermos uns aos outros espaço para respirarmos. Isto assemelha-se ao estado Budista Zen a que chamam “a flor que não está totalmente aberta, a lua que não está totalmente cheia”. Este é o melhor estado que pode existir entre as pessoas. Assim que uma flor se abre completamente começa a murchar; assim que a lua fica completamente cheia começa a minguar. Mas quando a flor não se encontra totalmente aberta nem a lua completamente cheia, ainda sentimos a antecipação e temos algo que desejar.
O mesmo acontece sempre com os amigos e a família. Ao conceder-lhes espaço descobrirmos que novos horizontes se abrem diante dos nossos olhos...