Sim, sou otimista!


Dizem-me que sou otimista porque não quero ver; que ser otimista é um luxo de quem tem, de algum modo, sucesso e de quem só vê o lado bom da vida porque assim pode. Afirmo o contrário.
O pessimismo, esse sim, é um luxo dos que podem, um desperdício de energia e uma falta de respeito para connosco próprios, para com a vida e acima de tudo, para com os outros.

Ser otimista não é, por isso, uma opção. É, antes, uma necessidade, um imperativo que temos de aprender a lançar sobre a nossa vida. Otimismo é começar por acreditar no sucesso como a única opção, é declarar “guerra” ao pessimismo, de modo a que seja possível, ver no futuro prosperidade.