EU TENHO MEDO. Eu, na verdade, tenho muitos medos.




Tenho medo de perder os meus sonhos para uma terra do nunca. Tenho medo do hábito e da rotina. Tenho medo da derrota e da falta de ânimo. Tenho medo da resignação e de tudo o que possa estar previsto "na palma da minha mão". Tenho medo de não reconhecer as “oportunidades”, ou, reconhecendo-as, deixá-las fugir como areia por entre os dedos. Tenho medo de perder e de me perder neste medo.

Em mim vive este desassossego e uma vontade febril de querer o quase impossível...
Almejo o simples, e que o simples me tire o fôlego...

E é esta inquietação que me dá vida!